Dando uma rapidinha com a técnica de raio x



Olá mais uma vez. No último conto fiquei muito feliz de ter engravidado a gostosa da Daniela. Claro que depois disso não tivemos mais contato, mas que fica aquele sentimento paterno, fica. No entanto uns tempos atrás estava sentindo fortes dores abdominais e fiquei uma semana ruim sem conseguir comer quase nada. Cheguei até a emagrecer. Então voltei ao hospital e um médico muito atencioso me pediu vários exames e inclusive um Raio X. Então fui até o setor de raio x. Chegando na sala me atende uma Técnica muito linda, mulata, cabelos cacheados. Estava com um macacão bem apertado sobre seu corpo que realçava seus lindos peitos e bunda farta. Minha pressão de repente caiu por causa da medição e então ela conseguiu me apoiar em uma cadeira. Me lembro apenas dela me segurando e depois apaguei. Acordei no quarto com uma enfermeira me medicando. Perguntei o que tinha acontecido e a mesma disse que desmaie na sala de Raio X. Que ficaria em observação aquele dia e dormiria lá. Como é minha saúde que estava em jogo concordei. Minhas dores já tinham melhorado por conta dos medicamentos. Almocei bem aquele dia e perguntei para a enfermeira se podia caminhar um pouco, pois não estava aguentando ficar deitado tanto tempo. Ela concordou desde que eu não saísse do corredor. Confesso que aquela camisola que usamos no hospital é bem desconfortável. As coisas ficam balançando e não a nada que podemos fazer. Então fui caminhando e cheguei até o fim do corredor onde era a sala de Raio X. Resolvi entrar e agradecer a morena pela ajuda. Quando entrei tinha um cara estranho e me disse que ela tinha acabado de sair. Saí da sala frustrado e quando me dirigia para meu quarto lá estava ela. Linda perguntando por mim. Cheguei por trás dela e dei aquela cafungada no seu pescoço dizendo que estava vivo. Ela tomou aquele susto e percebi tinha ficado arrepiada. Sentei na cama e ela então chegou bem próximo de mim, pegou no meu rosto e passou a mão no meu pescoço. Perguntei se ela queria jantar antes da fazer aquilo. Ela deu um lindo sorriso e disse que não havia entendido. Eu disse que não costumava deixar mulheres lindas abusar de mim tão facilmente sem antes jantarmos. Ela disse que não estava abusando de mim, apenas verificando o arranhão que ela havia deixado no meu pescoço quando me socorreu. Juro que eu não tinha nem percebido. Ela disse que estava bem e que eu sobreviveria. Eu disse que então estava tudo certo então. Ela disse que sim. Então pedi uma caneta e um papel para a enfermeira, olhei para ela e disse que não costumava fazer aquilo, mas já que ela havia me pedido eu ia aceitar. Ela olhou com aquela cara de boba sem entender nada. Dei o papel com o número do meu telefone e ela chorava de rir. Então ela disse que me ligaria sim. Eu disse que passaria a noite no hospital e que poderia não sobreviver até amanhã, por isso se ela pudesse ligar mais tarde eu ficaria muito feliz. Ela me deu um abraço onde fiquei com o seu perfume em meu corpo. Por volta de umas 22h meu telefone tocou e quando atendi era Jéssica com aquela voz doce e suave. Me perguntou se eu estava bem. Eu disse que não. Ela me perguntou se eu tinha piorado. Eu disse que sim. Disse que talvez precisaria fazer um Raio x de urgência. Ela caiu na gargalhada me chamando de palhaço. Eu disse que naquele momento minha dor até tinha passado. Ela me falou em tom sério que nunca tinha conhecido ninguém como eu. Pois eu era espontâneo e sabia como tratar uma mulher, coisa rara hoje em dia. Perguntei a ela que se eu sobrevivesse se ela aceitaria jantar ou até mesmo almoçar aquela comida maravilhosa do hospital. Ela riu muito e disse que sim, desligou e no outro dia logo pela manhã eu estava sentada na beira da cama tomando meus remédios. Foi quando vi ela do outro lado do vidro conversando com a enfermeira. A enfermeira olhava para mim e ria sem parar. Comecei a pensar que tinha algo de errado em mim. Jéssica então entrou, meio sem graça, e me perguntou se eu estava melhor. Eu disse que sim, pois tinha sido uma intoxicação alimentar. Ela disse que eu teria que fazer mais um exame de raio x antes de ir embora por orientação do médico. Eu disse que tudo bem. Ela chegou bem perto de mim novamente e tocou no meu rosto. Onde eu imediatamente disse para ela parar. Pois não estava aguentando mais sua presença tão próxima assim. Ela olhou então para mim com a boca bem próxima a minha e disse que meu pênis estava aparecendo. Que todas as enfermeiras estavam olhando meus dotes e tinham adorado. Na hora olhei para baixo e realmente metade estava para fora da camisola. Pedi desculpas e, claro, fingi estar sem graça com aquilo. Ela riu me dando um beijo no rosto e disse que na hora do almoço eu faria o Raio X com ela. Ela saiu e o Dr entrou me dando alta e me passou alguns remédios. Me disse para me trocar e passar no Raio X, após eu estaria liberado. Então fui tomar um banho, me arrumei e fui para a sala de Raio X. Jéssica me atendeu e fomos para a sala de procedimentos. Ela estava sozinha aquele dia e estava vazio o setor. Então entrei, tirei a camisa e fiquei deitado sobre a mesa enquanto ela calibrava o aparelho. Pedi desculpas pelo acontecido pela manhã. Ela riu e disso que a Ivone, enfermeira chefe, ficou louca por mim. Nunca tinha visto um pênis tão grande e grosso. Imaginei que ela tinha olhado também, apesar de ter mentido sobre ser grande. Então ela subiu sobre mim justificando que estava encaixando a mesa. Sua boca e seu perfume me deixavam cegos foi a hora que não me contive e agarrei ela dando aquela pegada e um beijo bem intenso. Ela correspondeu apertando meu peito. Perguntei da porta e ela dizia que estava trancada. Joguei ela na mesa tirando seu macacão onde seus seios saltaram para fora. Não resisti e cai de boca naqueles biquinhos pontudos e durinhos. Ela gemia e dizia que estava gostoso demais. Fui descendo e ela gemia ainda mais intenso. Foi onde cheguei na sua calcinha fio dental e puxei para o lado. Vi aquela buceta greluda onde não resisti e cai de língua nela. Jéssica suspirava e dizia o tempo todo que estava muito gostoso. Ela puxava meu cabelo esfregando meu rosto na sua buceta com uma vontade que as vezes me dava até falta de ar. Baixei minhas calças e ela rapidamente caiu de boca no meu pau como uma cadela no cio. Disse que era seu sonho uma rola grossa daquelas. Ela chupava utilizando a língua onde engasgava com meu pau em sua garganta. Então eu disse que estava sem camisinha. Ela então disse que tudo bem. Sentou sobre a mesa, abriu bem as pernas e puxou meu pau para dentro dela me beijando intensamente. Não resisti e deixei rolar. Minha rola estocava aquela buceta apertada enquanto ela gemia sobre grande êxtase. Percebi que meu pau estava ficando branco com sua buceta gozando. Ela mandava eu não parar que estava gozando. Continuei a estocar forte até que ela gozou deliciosamente. Eu não contente queria aquele cu. Ela disse que não conseguiria e que não estava preparada. Eu disse que não me importava. Então apontei meu pau em seu cuzinho e fui socando lentamente. Com muito custo entrou a cabeça. Fui dando pequenas estocadas e ela gemia novamente dizendo que eu sabia comer um cu. Abracei ela e fui beijando sua boca enquanto meu pau entrava. Fui aumentando a velocidade e ela dizia que estava muito gostoso. Ela mordia os lábios pedindo mais, nunca tinha visto aquilo. Seu cu estava gostoso demais e não demorou muito perguntei se podia gozar no seu cu. Ela estava num tesão tão grande que me dizia para encher seu rabinho de porra. Quem não gosta de ouvir uma putaria. Soquei com mais força e percebi que começou a sair um pouco de fezes, mas nem me importei e continuei até que gozei abundantemente no dentro de seu cuzinho. Ela rebolava e sentia os espasmos do meu pau estourando seu cuzinho. Tirei e realmente tinha sujado um pouco. Ela ficou envergonhada e eu disse que não me importava, pois eu não tinha nojo e foi eu que quis assim, pois isso fazia parte. Fomos para um banheiro que tinha ali na sala mesmo e passei uma ducha correndo junto com ela. Nos trocamos, tirei a chapa e saímos da sala na maior cara de pau. Ela passou seu crachá e fomos para o restaurante almoçar. Ficamos ali rindo por alguns minutos onde eu dizia para ela o quanto era doida. Mal me conhecia e já me deu assim. Ela disse que quando rola um clima não há arrependimento. Ainda mais porque havia sido maravilhoso. Ela precisou voltar para seu trabalho e eu fui embora. Até hoje trocamos mensagens. Ela me confidenciou que contou para todas as enfermeiras que viram meu pau, aquele dia, e que tinha experimentado já. Estou até sem graça de voltar no hospital. Valeu galera então é isso. Um grande abraço à todos. E queria agradecer especialmente a Camila, Elizandra, Marta, Renata, Meyrielle e a todas as outras que me mandaram e-mail com fotos e vídeos. Adorei ver vocês se masturbando para mim. Beijão a todas e não esqueçam de votar...Valeuuu...
Foto 1 do Conto erotico: Dando uma rapidinha com a técnica de raio x

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dando uma rapidinha com a técnica de raio x

Codigo do conto:
74376

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
18/11/2015

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
5


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