Peguei meu namorado vestindo minha calcinha



Após publicar meu último relato, recebi várias mensagens e e-mails de pessoas que curtem esse mundo da inversão, BDSM, feminização, enfim... outras possibilidades. Uma dessas pessoas com as quais troquei mensagens, a Laura Fort, me contou a sua experiência. Achei muito interessante e pedi autorização para escrever um relato baseado na história dela. Então, o conto a seguir é inspirado na experiência de Laura Fort, com pequenos detalhes modificados.


No início da faculdade, conheci o Luan, um garoto da minha idade que morava na mesma pensão de estudantes que eu. Nos tornamos amigos imediatamente e, como ambos estávamos em outros relacionamentos, não passamos da amizade por algum tempo. Após meses assim, aconteceu dele terminar seu namoro e eu, que já estava cansada da relação à distância que mantinha (meu namorado morava na minha antiga cidade), também terminei o meu, abrindo caminho para ficarmos juntos. Nos dávamos muito bem, tínhamos total cumplicidade, era a relação dos sonhos. Continuávamos morando em quartos separados, mas quase sempre dormíamos juntos.

Um dia, saí para a faculdade e o Luan, que não teria aula naquela manhã, ficou dormindo no meu quarto. Acontece que, antes de chegar à parada do ônibus, um chuvão desabou e eu fiquei ensopada. Conformada em perder a aula da manhã, retornei à pensão, imaginando retomar o que a gente estava fazendo à noite...

Entrei com cuidado, pois pensei que Luan estava ainda dormindo, mas o que vi foi algo inimaginável. Em princípio, julguei ver uma menina no meu quarto, vestindo minhas roupas íntimas. Estava de costas para mim, se maquiando no espelho, e, como entrei quietinha, não me viu. Era loira, cabelos curtos, tinha corpo esguio, mas com curvas bem emolduradas pela (minha) lingerie branca de renda que vestia. Se destacava a bundinha redonda e empinada pelo salto da (minha) sandália.

Com ciúmes e revoltada, procurei Luan pelo quarto, pois jurava que aquela biscate era sua amante, mas não o encontrei em nenhum canto. Só então, olhei com mais atenção e, finalmente, “a ficha caiu”. A loirinha de calcinha e sutiã não era amante de Lua: ERA ELE PRÓPRIO!

Foi como se eu levasse um soco no estômago. Fiquei atônita, sem saber o que fazer ou falar. Esbarrei em algo e “ela” deu pela minha presença. Se voltou para mim, e seu rosto maquiado era totalmente feminino. Sob a calcinha, nem sinal do seu pau, que, realmente, não era dos maiores. Sua expressão foi do susto ao terror em uma fração de segundos. Antes que Luan abrisse a boca, saí correndo.

Andando sob a chuva, milhões de coisas passavam pela minha cabeça. Meu namorado era gay? Como eu não havia notado nada antes? Tantos sinais... o corpo depilado (que eu até gostava), todos os cremes que ele usava, sua delicadeza na cama, as minhas coisas que tinha encontrado reviradas mais de uma vez... a minha minissaia que havia sumido... tudo começava a fazer sentido.

Era início da década de 90, antes da gente poder aprender sobre tudo na internet... naquela época, não sabia nada sobre transexualismo, nunca tinha ouvido falar em “crossdresser”, sadomasoquismo era coisa de “gente pervertida”... tudo que eu conhecia sobre homens se vestindo de mulher se resumia aos travestis que faziam ponto na rua e aos transformistas que se apresentavam no programa Sílvio Santos... Eu sentia raiva e nojo de Luan e, ao mesmo tempo, sentia uma grande tristeza, pois eu o amava de verdade e não me via tendo de deixá-lo.

Quando retornei à pensão aquele dia, ele havia ido embora. Fui ao seu quarto e vi que tinha levado a mala. Mexi nas suas coisas e encontrei a minissaia e várias calcinhas minhas. Luan ficou vários dias fora. No início, sentia muita raiva, mas com o tempo, o ressentimento foi dando lugar à saudade. Sozinha, à noite, desacostumada a dormir sem ele, a saudade crescendo, comecei a lembrar das nossas noites juntos, de como ele me fazia gozar com a boca entre minhas pernas, de como adorava seu toque delicado, seus carinhos suaves... já estava ficando molhadinha e a imagem dele de calcinha, sutiã e salto alto que veio à minha mente fez o tesão aumentar ainda mais. Embora fosse tabu e eu ficasse envergonhada disso, a verdade é que lembrar da “loirinha” me deixava muito excitada. Não resisti e me masturbei imaginando uma transa com aquela “menina”.

Óbvio que, no dia seguinte, não seria capaz de admitir meus desejos e todas as dúvidas sobre meu namorado me assaltaram novamente. Na outra semana, Luan apareceu. Sem me olhar nos olhos, contou que havia conseguido outra pensão. Tinha vindo buscar suas coisas e entenderia se eu não quisesse mais vê-lo. Naquele momento, acima de qualquer preconceito ou dúvida, senti a dor de perdê-lo. Segurei-o pelo braço e pedi uma explicação, perguntei se ele era viado, se gostava de macho... estava triste, irritada, desesperada por uma saída daquela situação...

Luan parecia querer outra saída também. Aos prantos, negou tudo, disse que aquela tinha sido a primeira vez que havia vestido roupa de mulher, que não gostava de homem, que fizera aquilo por curiosidade, “para ver como ficaria”... por fim, repetiu que me amava e queria muito ficar comigo se eu o perdoasse. Claro que eu sabia que era mentira, já tinha provas de que usava minhas roupas há mais tempo, mas ficar sem ele era a última coisa que queria na vida. Fiz de conta que acreditava, nos abraçamos e decidimos passar uma borracha naquela história.

Só que, como vocês devem imaginar, não se “apaga” algo assim da vida do casal. Perdemos a naturalidade, especialmente na cama. Ele já não era o amante delicado que me fazia gozar com preliminares, mas tentava ser um machinho convencional, que queria apenas meter na mulher (e nem isso conseguia, pois passou a brochar toda vez). Eu também não conseguia afastar a lembrança da “loirinha”. Como quase não transávamos mais, acabava, envergonhada, tocando siririca pensando “nela”.

Numa noite, após uma festa, estava subindo pelas paredes e arrastei Luan para o quarto. Como sempre depois do flagra, ele estava todo “duro” (menos onde interessava). Quando percebi que não ia rolar uma transa, fiquei puta. Tinha bebido um pouco, então, estava sem “freios”. Vendo Luan desistir de transar, perdi as estribeiras e falei algo do tipo: “Saudade do tempo em que você usava minhas calcinhas! Pelo menos a gente transava!”

Ele ficou muito ofendido. Ficou mandando eu o respeitar, que não deveria continuar com ele se não confiava na sua palavra, etc. Na discussão, acabei falando que havia encontrado a minissaia e calcinhas nas suas coisas, que sabia que ele se vestia de menina há mais tempo. Luan ficou roxo de vergonha, mas, com raiva, disse que iria para seu quarto, pois tudo estava acabado entre nós. Eu também estava irritada com a briga, mas confesso que havia algo ainda maior naquele momento: meu tesão. Botar as cartas na mesa, lembrar da “loirinha” me deixou ainda mais acesa. Podia até terminar meu namoro, mas queria uma noite de sexo antes.

Olhei séria para ele e disse o seguinte: “Luan, eu sei que você não quer tocar no assunto, mas eu não estou falando pra te humilhar, só estou falando a verdade. Eu me assustei quando vi você de menina, mas agora eu vejo que nossa vida era melhor naquela época.” Ele ficou de olhos baixos, com vergonha de me encarar, então prossegui: “Se você não me quer, pode ficar aqui que eu vou para o seu quarto, mas ia adorar se a ‘Luana’ fosse me visitar...” Ele me olhou nos olhos, parecendo assustado ou surpreso. “Luana?”, perguntou. “Sim, a Luana, aquela loirinha linda que vestia a minha lingerie naquela manhã”.

Falei aquilo e o deixei sozinho. Fui para o seu quarto louca de ansiedade, rezando para ele aceitar a proposta. Aguardei por minutos intermináveis sem sinal dele. Estava perdendo as esperanças quando ouvi, no corredor, alguém caminhando de salto alto. Meu coração disparou, ainda mais quando os passos pararam na porta do quarto.

A porta se abriu e a loirinha entrou. Estava linda. Usava meu baby-doll transparente sobre um conjuntinho bem sexy de calcinha e sutiã vermelhos. O cabelo preso atrás da orelha, deixava uma mecha cair sobre o rosto levemente maquiado, quase um trabalho de profissional. A roupinha sensual evidenciava o corpinho feminino bem desenhado, com a pele lisinha. Vê-la assim me deixou molhadinha na hora. “Luana, você está linda!”. Ela respondeu com a voz baixa e um pouco rouca “Obrigada, Laura, você também está linda.”

Nunca na vida tinha tido desejo por mulheres. Mas Luana despertou a lésbica que existia em mim. Jamais sentira tanto tesão antes. A puxei pela cintura e começamos a nos beijar, ainda em pé, junto à parede. Nossas mãos percorriam o corpo uma da outra, arrancando suspiros e gemidos. Caímos na cama, pernas entrelaçadas, nos esfregando. Luana tirou meu vestido delicadamente e começou a beijar meu pescoço, logo descendo para os seios. Era expert nisso, quase me fez gozar com essas carícias. Então, com sua carinha de puta safada, foi tirando minha calcinha, sem deixar de olhar nos meus olhos. Lambeu os lábios com a ponta da língua antes de descer aquela boquinha maravilhosa para o meu púbis. Foi o melhor oral que eu recebi na vida. A loirinha chupava maravilhosamente bem. Além disso, vê-la de quatro entre minhas pernas, com o rabinho levantado e a calcinha entre suas nádegas me deixava ainda mais louca. Gozei mais de uma vez.

Era minha vez de retribuir. Talvez Luana esperasse que eu a deixasse me penetrar, mas não era isso que eu queria. Coloquei-a de costas e repeti as carícias que havia recebido nos seus mamilos, durinhos e inchados, como boa menina. Enquanto fazia isso, molhei um dedo com saliva e procurei a sua bundinha, coloquei a calcinha de lado e acariciei o rego de Luana, tocando seu cuzinho. Ela gemeu de olhinhos fechados. Forcei um pouquinho e enfiei a pontinha, fazendo-a morder o lábio inferior para reprimir um gritinho de prazer. Então, não tive mais dúvidas. A fiz virar de bruços e a lambi da nuca até a bundinha. Baixei sua calcinha e enfiei a língua entre suas nádegas, acariciando o anelzinho. Ela gemia como menina.

Após deixar bem lubrificado, meti um dedinho, enterrando-o até o fim. Ela empinou mais o rabinho e eu coloquei outro dedo, fazendo um vai-e-vem, primeiro devagar, depois acelerado. Com o rostinho enfiado no travesseiro, ela gemia abafado e soltava gritinhos, sem deixar de oferecer a bundinha mais e mais. Eu estava achando maravilhoso fodê-la, me estimulava com a outra mão e quase gozava novamente. Então, percebi seu corpo estremecendo e ela gemendo mais forte. Estava gozando, a putinha, sem tocar no pauzinho.

Não preciso dizer que nossa relação só melhorou depois daquela noite. A “Luana” se soltou, ao menos entre quatro paredes, e, por um tempo, fomos um casal de lésbicas na cama. Na época, como já disse, a informação era mais difícil e pensávamos que éramos o único casal assim... mas já tínhamos superado nossos grilos quanto a isso.

Minha suspeita que Luana sentia atração por homens acabou se concretizando. Mas, estranhamente, não senti ciúmes. Eu também comecei a sentir falta de ser comida por um macho (já que minha namorada ficava cada vez mais feminina) e acabamos concordando em sairmos com outras pessoas. Chegamos a ir juntas a um motel com dois homens e tivemos outras aventuras desse tipo.

Pena que, dois anos depois, nossa relação teve fim. Luana não quis mais viver uma vida dupla e decidiu ser mulher de vez. Mudou-se para outro país, levada por um novo namorado e não tive notícias dela por uma década. Em 2015, graças ao facebook, a reencontrei. Ambos estávamos casadas, ela morando na Itália.

Tenho uma vida convencional, com marido e filhos, mas sinto tesão por mulheres. Essa foi a herança que Luana me deixou.


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Comentários


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fulano Comentou em 20/04/2019

delicia de conto ... só faltou as fotos

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fetrans Comentou em 29/09/2018

Adoro muito seus contos! Vais voltar a escrever sobre o Colégio Interno?

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pepperduo Comentou em 29/09/2018

Que conto delicioso! Nós também curtimos uma boa inversão de papéis... meu amor já virou minha namoradinha faz tempo e adora ser enrabada por mim e por machos que eu escolho.

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Comentou em 29/09/2018

Muito bom

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olavandre53 Comentou em 28/09/2018

Parabéns, um dos melhores contos q tive o prazer de ler neste site. Bjs

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arqueirorj Comentou em 28/09/2018

Muito bem... votado

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muitoputo Comentou em 27/09/2018

Muito delicioso seu conto viu, adorei, mas é assim mesmo, sexo é pura diversão sabe. .o que importa é termos tesao no momento não importa em que circunstâncias e gosar muito! Não sou bi..porque não sinto tesao por outro macho, senão eu iria gosar assim também! Mas amo ver duas ou mais mulheres se deliciando, se pegando pra valer...nossa sou fissurado!...beijos

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ricardojapa Comentou em 27/09/2018

Parabéns, muito bom .... que tesão




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Ficha do conto

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profmari

Nome do conto:
Peguei meu namorado vestindo minha calcinha

Codigo do conto:
125992

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
27/09/2018

Quant.de Votos:
19

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